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Resenha: A Arte da Guerra, de Sun Tzu

  Autor: Sun Tzu Ano da edição: 2018 Páginas: 125 Gênero: Tratado militar/não ficção "Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória grande, sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo, nem a si mesmo, perderá todas as batalhas..." São poucos os livros que conseguem se manter relevantes por muito tempo. Este livro faz parte de um seleto e reduzido grupo de obras que atravessou centenas de gerações de diferentes leitores, pois trata-se de uma obra milenar! Aqui, Sun Tzu, um antigo general chinês, descreve as principais estratégias e táticas de batalha para se obter sucesso em cenários de conflito. Mesmo sendo curto, este livro é um verdadeiro compêndio de como um líder militar deve se portar diante de uma batalha (ou na iminência de uma). Esse livro tornou-se um verdadeiro best-seller entre líderes orientais e ocidentais ao longo de várias geraçõe...

Questão do ITA sobre Polias

 Problema : No sistema esquematizado são desprezíveis o atrito, o momento de inércia da roldana e a massa do fio que liga as massas $M$ e $m$. Sabe-se que $M>m$ e que a aceleração da gravidade local é g. A tensão no fio e a aceleração a da massa $M$ são, respectivamente, dadas por [...] Resolução: Para encontrarmos a tensão no fio que sustenta a massa $M$, precisamos determinar a aceleração com que as massas se movem. Como o fio é inextensível, resulta que as acelerações dos dois blocos serão iguais. Montando um sistema de equações para as forças que agem nas massas $M$ e $m$, temos:  $P_A - T= Ma$    (1) $T - P_B=ma$     (2) onde $P_A$ é o peso da massa A e $P_B$ o peso da massa B. Resolvendo esse sistema de equações, obtemos $$(M - m)g= (M+m)a$$ e resulta que a aceleração do sistema é: $$a= \frac{(M-m)g}{M+m}$$ Substituindo a relação acima na equação (1), temos: $$Mg - T= M\left [\frac{(M-m)g}{M+m} \right]$$ Passando o termo $Mg$ para o segundo...

Dedução da equação de Torricelli

    O movimento de um objeto que se move em linha reta pode se dar de maneira uniforme (velocidade constante) ou acelerada (velocidade variando ao longo do tempo). A famosa equação de Torricelli é uma expressão matemática que nos permite determinar a velocidade final de um objeto que se move de forma retilínea e com uma dada aceleração (se $a>0$, diz-se que o movimento é acelerado ; se $a<0$, diz-se que o movimento é retardado ). A grande vantagem da equação de Torricelli é que a mesma dispensa o uso do tempo. Agora, vejamos como obter a equação de Torricelli por meio do cálculo diferencial e integral. Sabemos que a aceleração de um objeto pode ser escrita como sendo a derivada da velocidade em relação ao tempo, ou seja, $$a=\frac{dv}{dt}$$ Usando a derivação em cadeia, a relação acima se torna $$a=\frac{dv}{dx}\frac{dx}{dt}$$ Observe que obtivemos $dx/dt$, que é justamente a velocidade. Sendo assim, podemos escrever a equação acima como $$adx=vdv$$ e fazendo a integraç...

Demonstração de que i elevado a i é um número real

Para mostrar que a unidade imaginária elevada a ela mesma é um número real, precisamos fazer uso da equação de Euler , que é escrita como:  $$e^{i\theta}= cos(\theta) + isen(\theta)$$ onde $i$ é a unidade imaginária e $\theta$ é um ângulo qualquer. Se fizermos $\theta=\pi$, a equação se reduz a $$e^{i\pi}=-1$$ já que $cos(\pi)=-1$ e $sen(\pi)=0$. A unidade imaginária, i, é igual a raiz quadrada de $-1$. Se elevarmos ambos os membros ao quadrado, teremos $$i^2=-1$$ e se substituirmos esse resultado na relação 2, teremos $$e^{i\pi}= i^2$$  Se elevarmos ambos os membros dessa equação à $1/2$, conseguiremos isolar $i$ em um dos membros da equação $$i= (e^{i\pi})^\frac{1}{2}$$  Por fim, basta elevarmos ambos os membros dessa equação a $i$  $$i^i= e^{i^2\pi/2}$$ e usando a relação 3, obtemos o resultado final $$i^i= e^{-\pi/2}$$  A constante de Euler vale, aproximadamente, $2,71$, e podemos aproximar o valor de $\pi$ para $3,14$. Sendo assim, o valor de $i^i$ é, aprox...
Esse é um tema que gera polêmicas e controvérsias, mas que merece ser debatido. Não irei redigir um texto grande e formal para falar sobre esse assunto, pois não me inteirei completamente sobre o tema, e existem poucas referências disponíveis sobre o assunto. No entanto, gostaria de chamar atenção para o fato de que, hoje, debate-se muito sobre as liberdades individuais que cada pessoa pode exercer, independentemente do gênero, classe social, orientação sexual, etc., e considero importante trazer essa questão para a mesa de debate, pois a infelicidade conjugal é algo muito presente nas relações monogâmicas, e isso é um problema que acompanha os casais desde o surgimento da civilização.  A consolidação do capitalismo e a globalização deram as pessoas a possibilidade de adotarem variados estilos de vida, e isso inclui também suas vidas amorosas. São muitos os sites e aplicativos de namoro que fazem com que um romance seja decidido à base um único clique. Essa "comercialização do amo...

O lado oculto da Lua

  Você muito provavelmente já deve ter ouvido falar no "lado oculto da Lua", ou, mais especificamente, no "lado escuro da Lua". A cultura popularizou esse termo através de filmes, histórias, canções (como o famoso álbum de 1973 de Pink Floyd), no entanto, não é correto falar em lado escuro da Lua, pois ambos os lados são iluminados pela luz do Sol. O que acontece, de fato, é que a Lua possui um lado que não conseguimos ver; repare que, ao longo do mês, sempre vemos a Lua com um mesmo aspecto visual, e isso pode ser melhor visualizado na figura abaixo. A foto da esquerda é a face da Lua que podemos observar. Perceba que a principal diferença entre ambas as faces é o fato de que o lado oculto (foto da direita) possui uma quantidade bem menor das imensas manchas escuras que o lado visível possui, que nada mais são do que registros do passado geologicamente ativo do nosso satélite. No entanto, a dúvida que fica é: se a Lua gira em torno de si mesma, porque vemos apenas ...

Resenha: Guia Politicamente Incorreto da Filosofia, de Luiz Felipe Pondé

  Autor: Luiz Felipe Pondé  Ano da edição: 2015 Páginas: 230 Gênero: Filosofia Acredito que esta resenha, assim como o conteúdo do livro, dispense grande parte da formalidade com a qual escrevo meus textos. Quem conhece o filósofo Luiz Felipe Pondé (figura abaixo) sabe a maneira como ele se expressa e escreve (geralmente com muitas pitadas de ironia e de forma um tanto leviana). Como é descrito pelo próprio autor, este livro não é uma obra sobre história da filosofia, mas sim um ensaio de filosofia do cotidiano. Mais especificamente, "é a confissão de um pecador irônico a respeito de uma mentira moral: o politicamente correto "(trecho retirado da contracapa). Sendo assim, o objetivo do livro é mostrar, seguindo a argumentação do autor, que o politicamente correto (ou "praga PC", como é descrito pelo próprio autor) é uma falácia intelectual e moral. Ao longo dos 25 capítulos, Pondé usa situações cotidianas, acompanhadas do pensamento de um determinado autor sobre o a...